sábado, 23 de maio de 2009

Monstro Egocêntrico

Depois de muito tempo, resolvi postar algo aqui. O texto abaixo não se aplica a verdadeiros amigos (a), nem a pessoas que eu considero de verdade (talvez algumas coisas até se apliquem, mas não vou entrar em detalhes).

Monstro Egocêntrico:

Uma interessada diz : - Preciso falar com você urgente...
Eu respondo: - Nossa, claro, pode falar...
Eu penso: - Mera desculpa para falar comigo.

Uma enrolada diz: - Meu namorado vive stressado, não é divertido assim como você...
Eu respondo: - Ah todo mundo tem seus dias de stress...
Eu penso: - ta louca pra dormir comigo e não admite.

Uma conhecida diz: - Agora não da pra gente dar uma voltinha, mas vamos combinar no sábado, pode ser ?
Eu respondo: - Claro, agente combina...
Eu penso: - Ela quer ficar com o cara que esta do lado dela agora, e deixar pra sair comigo depois, já que eu dei moral e sou mais fácil.

Ela diz: - Nossa to super bem, super feliz, ta tudo otimo, meu namorado é lindo, bla bla
Eu respondo: - Opa que legal, tudo de bom pra você...
Eu penso: - A vida dela ta pior que a minha, mas por questão de orgulho, ela resolveu esfregar supostas felicidades na minha cara.

Alguém que se acha importante diz: - Tenho um monte de problemas bla bla...
Eu digo: - Tudo bem, todo mundo tem problemas, as coisas vão melhorar...
Eu penso: - Que se foda seus problemas, seja lá quais problemas são, os meus são piores porque me afetam, e nem por isto to chorando as pitangas.

Conhecido que se acha amigo diz: - Eu sei que você deve ter problemas, mas as coisas vão melhorar...
Eu digo: - To ligado, to de boa...
Eu penso: - Eu sei que você não é meu amigo, não se importa comigo e esta repetindo uma "frase feita" por mera formalidade.

Fofoqueiro diz: - Nossa, como você esta, me conte seus problemas...
Eu digo: - Estou otimo, com um pouco de pressa, falou.
Eu penso: - Some daqui.

Patrão diz: - Seu salário é este, mas com o tempo ele aumenta.
Eu digo: - Beleza...
Eu penso: - To ligado que você vai me explorar e me enrolar até eu não aguentar e pedir aumento. Então você vai me colocar na lista de corte de funcionários, para poder explorar outro.

Conhecido diz: - Você esta sempre bem, sempre feliz, sempre rodeado de lindas mulheres, com muitos amigos, conhece varias pessoas, é uma pessoa divertida, te acho gente boa...
Eu digo: - Hahaha
Eu penso: - Maldito invejoso.

Enfim... parece que as decepções amorosas, os relacionamentos desastrosos e as falsas amizades conseguiram me tornar uma espécie de monstro egocêntrico e insensível, com pouca confiança nos outros seres humanos.
Tudo bem... confesso, egocêntrico eu sempre fui...

quinta-feira, 13 de março de 2008

Erik Crane

Opa, to postando outro texto antigo, é sobre um personagem amargurado, arquinimigo do personagem do conto Big Apple, que eu postei ano passado. Nome do personagem é Erik Crane, mago moderno com feições inspiradas no Ville Valo da Banda HIM. Erick vai ser o nome do meu sobrinho que esta prestes a nascer, embora na epoca que eu escrevi este conto, eu nem imaginava que teria um sobrinho hahaha.
Espero que gostem, até a proxima...

P.S - Pessoas que jogam o RPG, Mago: A Ascensão, entenderão melhor alguns pontos da historia, como citações de magos, tecnocracia etc...








“Nem sempre se vê lágrimas no escuro...”

O manto da noite se estendia por New York, a maioria das pessoas daquele prédio antigo no Bronx, já estavam dormindo naquela hora da noite, mas no ultimo andar, havia alguém acordado.

Erik estava acordado sentando em sua cama, no escuro, sem camisa, fumando um cigarro de cravo e pensando no passado. Ao seu lado, Victoria dormia, ele a observava, ela era linda como um anjo negro, ela era sua namorada á algum tempo, e a vocal de sua banda, a voz dela era digna do paraíso...

- Paraíso...unf... - Ele murmura baixo, há tempos ele não vislumbrava o paraíso, apenas algumas parcelas do mesmo, nos momentos em que estava com a Vic. Erik era como um anjo caído. Há alguns anos, quando tinha a idade de Victoria, ele andava pela cidade á noite, feliz com seus poderes, com a cabeça despreocupada comum entre os membros de sua “tradição”.

“Eu era o anjo das sombras, todos estavam acolhidos e protegidos debaixo de minhas asas...” ele pensava, lembrando-se dos velhos tempos em que todos gostavam dele. Ele tinha uma outra namorada naquela época, que também era linda, mas tinha personalidade forte. Erik era adorado por seus amigos, líder de um pequeno grupo de magos, que se envolviam em diversas confusões, vivia uma vida divertida e perigosa, de certa forma feliz.

Ele traga o cigarro, soltando a fumaça para o alto, passa de leve as mãos no cabelo de sua amada, e se levanta, sabia que ela não fumava, e o cheiro já impregnava o quarto. Erik vai descalço até a sala, ao passar pelo corredor avista o gato de sua amada, o mesmo o observa com seus olhos felinos, soltando um miado baixo. Ao chegar à sala ele se aproxima na enorme janela redonda, e olha New York de cima...

“Era minha obrigação protege-los, como eu pude ter falhado daquela maneira...”

Ele pensa colocando a mão esquerda no vidro da enorme janela, e abaixando a cabeça, lá embaixo as luzes da cidade brilhavam como um exercito de vaga-lumes, uma lagrima escorre no rosto do Vazio, ele havia cometido um erro terrível, sua prepotência levou seus amigos a um terrível mal, e aquilo nunca seria reparado...

...

– Porra gato, você acha que vai dar pé ? – dizia Ann, enquanto acendia um cigarro...

- Claro que sim, quantas missões nós fizemos juntos e deu certo ? Os tecnocratas não querem ver nossa cara, nós temos muito potencial, os babacas do conselho vão ficar boquiabertos... – Retrucava Erik, enquanto bebia vinho...

- Porra o Erik tem razão, vamos acabar com eles, vai ser maior curtição... - Josh respondia pouco antes de cheirar uma carreira de cocaína.

- É nossa obrigação eliminar os pervertidos pelo demônio. - O jovem padre Elliot disse com seu jeito convicto.

- Parece que o líder deles, é um ex membro da Ordem de Hermes, e que ele levou muitos livros com ele, vai ser interessante botar a mão em coisas assim... - O-Brien diz com um leve sorriso, ele sempre pensava na recompensa em primeiro lugar.

- Então esta decidido, iremos limpar o pequeno Labirinto, e mandar o líder deles para o local onde seus chefes vivem, as profundezas do inferno.
...

Erik ergue a cabeça olhando o horizonte, as nuvens tinham uma forma ameaçadora com se fossem engolir a cidade, da mesma forma que estava há anos atrás naquela trágica noite...

...

– DROGA ERIK, ELLIOT ESTA SANGRANDO... - Ann berrava, carregando o padre...

- Todos estão mortos, só falta o líder... - O-Brien diz usando dando cobertura...

- Aqui é o inferno, eu quero voltar para casa...vocês não estão vendo isto...as aranhas... - Josh falava sem parar lutando com coisas invisíveis.

- Eu vou atrás do líder... - Erik disse correndo para o fim do labirinto...

- Erik Crane, parabéns, você me venceu... - O homem de cavanhaque diz sorrindo.

- Mas hoje você vai aprender que mesmo uma vitória pode vir junto de uma derrota hahaha

O homem entra rápido em um portal, Erik corre atrás dele, mas uma explosão o joga para trás.

- MALDITOOO...

...

Erik traga o cigarro, seu rosto se contorcia de raiva.

Erik Crane é o famoso mago da Ordem dos Vazios, líder do grupo que alguns anos atrás, destruíram um Labirinto Nefandi, expulsando seu terrível mestre, para fora de New York, isto trouxe fama ao Vazio, ele é um dos poucos entre os Vazios que são ouvidos no Conselho Magico de New York. O feito também trouxe desgraça para seu grupo...

O padre Elliot, membro do Coro Celestial, contraiu uma doença misteriosa, uma espécie de leucemia, que tornou seu sangue negro, e o matou depois de muito sofrimento, nem os mestres das magias de Vida, conseguiram cura-lo.

Josh membro do Culto do Êxtase, virou escravo de suas próprias drogas, hoje em dia ele vive em uma balada sem fim, se afastando dos seus verdadeiros amigos, e de todos os assuntos sérios.

O-Brien o promissor hermético, conseguiu o que queria, livros com diversos conhecimentos, que pertenciam ao mestre do Labirinto. Com o tempo, ele acabou enlouquecendo e nunca mais foi visto...

O casal Erik Shadowangel e Ann Shadowlady se separou, hoje eles mantêm uma amizade restrita, cheia de magoas. Ann tornou-se uma mulher sarcástica, que só pensa nela mesma. Ela abriu uma boate, que por ironia se chama labyrinth, e não liga mais para assuntos místicos, a não ser os que podem trazer poder a ela.

Erik passou um grande período deprimido, e pensou ate mesmo em suicídio, até que conheceu Victoria. Ela o fez ter algo pelo que viver, ele voltou a estudar musica, e montou uma banda chamada Nocturna, há anos ele não tem uma noite tranqüila, esta sempre envolto a seus fantasmas e pesadelos...

Ele traga novamente o cigarro, no horizonte um corvo voa em sua direção, o grande pássaro passa pelo vidro da janela como se o mesmo não existisse, e pousa no ombro de Erik.

- Diga Thomas, o que quer comigo ?

E o corvo diz a ele, algo que ele no intimo já sabia, seu inimigo estava de volta...

- Willian Wasterfield... Desta vez eu te mato, maldito...

Erik apaga o cigarro em um cinzeiro na mesa, e vai até a porta do quarto, ele olha Victoria dormindo, e diz em voz baixa...

- Você é tudo o que me restou, não vou deixar nada acontecer com você, nada...

Ele fecha a porta do quarto e vai para sala, suas asas podiam estar quebradas, mas ele ainda tinha a força e a vontade de proteger alguém, Victoria era a escolhida. Ele pega um violão e começa a tocar uma musica melancólica, ascende outro cigarro, a noite vai ser longa, e ele não ousa tentar dormir novamente...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Que tipo de nerd você é ?

Só para descontrair ^^:


Resultado: 11 pontos



Qual o seu estilo nerd?

Oferecimento: Chiqueiro Chique

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Prelúdio Azumi e Keny - Conto em conjunto.

Voltando e tirando as teias de aranha daqui. Estive com problemas com trabalho e stress excessivo, que estavam bloqueando minha criatividade. Agora estou melhor e estou com net em casa, então vou voltar a postar aqui.
O poste de hoje, é a historia de um casal de personagens de RPG, de um jogo sobre seres celestiais, como anjos etc. Os personagens foram criados, para serem usados em um jogo, via Forum de RPG. Eu fiz a historia em conjunto com a minha "irmã" a Marília, tivemos a ideia na noite passada, e escrevemos nesta noite.
As partes em vermelho, são de minha autoria, e as azuis, são de autoria dela. A ideia e personalidade dos personagens, foram criadas por nos dois, atraves de uma serie de discussões e Brainstorm, vejam o resultado final:

Prelúdio Azumi e Keny:


Vida mortal:

Sentada no avião Keny olhava pela janela na esperança de dar um ultimo adeus aos seus pais, mas não podia distingui-los à aquela distancia. Demoraria muito tempo até que os visse novamente.
Enquanto afivelava o cinto ela repassava em sua mente os acontecimentos dos ultimos meses, tudo foi tão rapido, nem pareciam meses desde que recebera a noticia de que havia conseguido bolsa pra estudar no japão
Era como se fosse ontem....

"Mãe, Mãe, vai ter esse concurso de redação no meu curso de japones, quem ganhar vai ganhar uma bolsa de estudos pra fazer o colegial no japão.."


Keny sempre foi muito determinada e escreveu muito bem, o que garantiu-lhe o primeiro lugar do concurso, dai em diante foi só correria para conseguir arrumar tudo e agora ela estava no avião sozinha, voltaria pra casa dentro de 4 anos, quando terminasse o colegial.
Já no primeiro dia de aula Keny fez amizade com um monte de gente, ela era extrovertida e simpatica e logo tornou-se muito querida e popular, se dava bem com todos e era muito boa aluna.
Ela era uma menina muito ativa e gostava muito de sair para dançar com suas amigas do colegio, sempre iam a mesma boate e Keny dançava a noite toda com diversos garotos e tambem sozinha.
Certa vez ao ir embora da noitada ela pegou carona com um rapaz que conhecia a pouco tempo, ele muito gentil ofereceu-se para acompanha-la até em casa a pé. Quase no final do percurso um carro passou correndo por eles, freou e deu ré parando ao lado deles, Keny apertou o braço do rapaz e apressou o passo, mas desceram 4 rapazes de dentro do carro:

"Onde que a bonequinha vai com esse loser?"


Não esperando por resposta o lider gritou para os outros 3 pegarem a garota, ela tentou correr mas eles foram mais rapidos e a puxaram pelo cabelo, enquanto o garoto que a acompanhava já estava virando a esquina correndo apavorado
"Então esse era o seu guarda-costas garota? vem aqui que eu vou te mostrar o que é um homem de verdade"
O lider da gangue começou a apalpa-la e beija-la a força enquanto os outros 3 a seguravam, ela não tinha como reagir, começou a chorar...


Azumi era um estudante japonês normal, exceto pelo fato de ser menor e mais delicado, que os seus colegas de classe. Com uma aparência quase que feminina, ele era constantemente atormentado pelos seus colegas, desde escola primaria. Isto fez com que ele crescesse um jovem tímido, quieto e frio. Ao chegar no colegial, começou a se dedicar aos esportes, suas aulas particulares de kung-fu garantiram que nenhum estudante voltasse a surra-lo na saída da escola. Ele também treinava Kenjutso, a arte da espada, era o melhor aluno do dojô, porem ele nunca participava de campeonatos. Tinha se acostumado tanto a vida solitária, que a idéia de se tornar popular, o desagradava, não gostava de chamar a atenção.


Foi nesta época, que uma aluna gaijin entrou para o colégio, seu nome era Keny, ela era uma ruiva linda, diferente das mulheres que Azumi conhecia. Ele passou a admira-la, ela logo que chegou fez amizade com todos, menos é claro, com ele, pois ele se escondia e sentava longe, envergonhado. Logo a admiração dele, se tornou uma paixão platônica, ele a observava na aula, e com o tempo, passou a segui-la na volta de casa, apenas para garantir que nada aconteceria com ela. Logo ele se tornou bom nisto, em seguir as pessoas, as ruas movimentadas de Tóquio eram ótimas para este tipo de atividade.


E assim foi, durante muito tempo, ele sabia praticamente tudo da vida de Keny, as vezes ele tinha vontade de se apresentar, mas logo desistia, aquela situação até que era confortável, ele sempre nas sombras, observando sua musa, sem precisar se preocupar com trato social e principalmente com a possível rejeição dela.


Azumi começou a freqüentar bares e lugares movimentados, não porque gostasse, mas porque Keny era descolada e festeira, e ele gostava de observá-la dançando e conversando. Ele também a via com vários homens, muitos a desejavam. Azumi sentia um pouco de ciúmes, mas não interferia na vida dela, mesmo quando ela namorava, ou aceitava carona de colegiais babacas e covardes. Ele apenas a seguia de longe, em sua moto, pensando no porque dela confiar tanto nas pessoas e torcendo para que ela encontrasse alguém legal. Claro que este alguém não era ele, ele era apenas um fã, um protetor, um patético colegial que não servia para lidar com as pessoas, ainda mais com alguém como ela.


Certa vez, ele estava seguindo-a como sempre, ela voltava com um idiota, que Azumi conhecia bem, era um covarde que o atormentava na escola, e que fugi dele assim que ele começou a lutar kung-fu. Ele ia lembrando daquela época, enquanto torcia para Keny não cair nos encantos to babaca, quando ao longe viu um carro parando na frente deles, logo quatro homens saltaram do veiculo e a agarraram, o idiota que estava com Keny fugiu desesperado. O sangue no corpo frio de Azumi começou a ferver, seu rosto pálido e feminino corou de raiva, ele não pensou duas vezes, pegou sua shinai (espada de madeira) que carregava presa a mochila e partiu para cima dos estupradores.


O líder dos estupradores, que estava prestes a rasgar as roupas de Keny, foi o primeiro alvo de Azumi, ele chegou de forma rápida e silenciosa, com um golpe, a cabeça do homem rachou em um enorme talho de sangue, ele caiu aturdido no chão, logo Azumi havia espancado os outros três...


- Sumam daqui.


Ele disse, sua voz tinha um tom baixo e firme, o líder que havia acordado do desmaio repentino, e segurava um pedaço de pano sobre a cabeça, deu a ordem para partirem, eles fugiram a pé, pois Azumi não os deixou entrar no carro. Em seguida ele olha para Keny, no chão, assustada, não sabia o que fazer, era a primeira vez que ele aparecia para ela, tudo tinha acontecido tão rápido...

Azumi não sentiu medo dos bandidos, mas sentiu medo de keny e daquela situação, tremia por dentro, pensou em perguntar como ela estava, mas só conseguiu dizer...


- O..oi...eu sou o A..Azumi...


Disse gaguejando, sua firmeza na voz havia sumido, e seu rosto continuava corado, mas agora era de vergonha...


"Azumi" O nome ecoou na cabeça de Keny, ela ainda estava com medo e esfregava os olhos chorosos

- Obrigada... voce salvou minha vida ...


Keny apoio-se em Azumi e ele a amparou e levou-a para casa em segurança, ele era bem quieto e Keny não estava em condições de puxar conversa, chegando em casa ela simplesmente agradeceu novamente e entrou.
O dia seguinte foi domingo e Keny ficou o dia todo fechada em casa, não atendeu telefonemas e nem saiu para os lugares de costume.
Na segunda feira ela foi pra escola normalmente, decidida a agir como sempre e esquecer o acontecido.
Andando pelos corredores ela o vê pela segunda vez, "Azumi" ela pensa "ele estuda aqui? como eu nunca tinha visto ele por aqui?", Keny vai até ele, estava decidida a fazer amizade com seu heroi.

- Oi, desculpe por sabado, eu nem agradeci direito, voce não sabe o quanto eu sou grata a voce...


Keny falava muito e muito rapido, isso era normal dela, e diante do silencio de Azumi ela falava ainda mais, imendava um assunto no outro sem esperar resposta dele

- Então, eu nem sabia que voce estudava aqui, voce esta no segundo ano colegial tambem? qua sala voce esta? com quem voce anda? ....


Azumi foi abraçado com Keny até a casa dela, ele não demonstrou, mas sabia muito bem onde era. Apesar da timidez, ele gostou de estar junto dela, até que ficar próximo não era tão mal, ele a deixou em casa e foi embora, logo ela ia esquecer do ocorrido, tudo voltaria ao normal... mas será que isto seria bom ? Ele se perguntava.

Na segunda feira, Azumi viu Keny de longe, sorriu de leve, ela estava animada como sempre com as amigas, tudo tinha ficado bem. Foi neste momento que ela o viu, ele tentou disfarçar mas não teve jeito, ela se aproximou e começou a falar sem parar, ele apenas observava, e movia a cabeça, assentindo para o que ela dizia...


- Estudo com você e ando sozinho.


Ele disse com seu tom de voz baixo, seu sangue fervia, o perfume dela o embriagava, ele havia mudado de idéia, não sabia quando havia decidido isto, mas não queria mais ficar longe dela. Respirando fundo, aproveitando a oportunidade, e falando de forma direta, típica de alguém que não tem o costume de conversar, ele disse:


- Posso te levar até em casa, na hora de ir embora? Err.. Para evitar que algo aconteça...


Ele estava corado, não a olhava nos olhos, e já se preparava para a resposta negativa, afinal ela só estava sendo gentil, só queria agradecer, não queria ser realmente ser amiga dele, e muito menos ter alguém como ele, a acompanhando, ele nem era popular.


- Claro que pode, nem precisa pedir.



Keny sentiu-se a vontade falando com Azumi, a timidez dele a instigava, ela queria saber tudo sobre ele.
Ao final daquele dia, ele a acompanhou de volta para casa, e foi assim todos os dias a partir daquele. Keny começou a sentar proximo de Azumi nas aulas e tambem no intervalo, ela o obrigava a falar com ela, mesmo quando ele não queria e ela fazia-o rir e gritava com os garotos que debochavam dele.
A amizade dos dois foi crescendo, a garota arrastava Azumi para a boate todo final de semana e o ensinou a dançar, ele era muito timido, mas ela não, e ela fazia de tudo para que ele ficasse a vontade.
Os dois ficavam cada dia mais proximos e já corria a tempos o boato de que estavam namorando, todos achavam estranhissimo uma garota como a keny namorar alguem tão recluso como Azumi.
Uma noite quando ele foi deixa-la em casa Keny o abraçou de um jeito carinhoso dizendo:


- Eu te amo Azumi.


Keny, ao contrario do que Azumi pensava, realmente queria ser sua amiga, e foi o que ela fez, Azumi começou a passar varias horas do seu dia com ela, ela o incentiva a conversar e ele foi perdendo sua timidez, após um tempo, ele já não era tímido, e tinha um grupo seleto de amigos, conheceu todos através da extrovertida Keny. Ele ainda se mantinha calado na maior parte do tempo, um costume que era difícil de largar, mas pelo menos não fugia das pessoas, como fazia antes.

Passou a se vestir melhor, usando roupas que deixavam a amostra suas tatuagens, algo que espantou as outras pessoas, ninguém poderia imaginar que o tímido Azumi gostava tanto de se tatuar, com o tempo ele colocou um piercing nos lábios, e aprendeu a dançar, passou a ser o misterioso Azumi, ao invés do tímido Azumi.

Tudo estava quase perfeito, a não ser o fato dele estar ainda mais apaixonado por ela, e nunca ter tido coragem de se declarar. “Tudo bem” – Ele pensava, pelo menos eram amigos, tinha que se contentar e ser feliz assim, até que certa noite ela disse que o amava, ele não podia acreditar, liberou seu desejo reprimido e disse...


- Eu também te amo Keny, desde a primeira vez que te vi...


Eles se beijaram, e passaram a noite juntos, logo começaram a namorar, eram um casal perfeito, que se completava, como o Yin Yang.

Assim foi até o fim do colegial, quando eles alugaram um apartamento e começaram a morarem juntos. Os pais de Azumi tinham dinheiro e certa influencia, a mãe que era professora, ajudou Keny a conseguir uma bolsa na faculdade. Azumi viajou com sua amada no verão, para conhecer sua família nos USA. Tudo corria bem na vida deles, tudo levava a crer que eles teriam um ótimo futuro pela frente, mas na vida dos mortais, nada era simples...


Certa noite de sábado, Azumi e Keny, atualmente com vinte anos de idade, casados à dois anos, saíram para se divertir. Foram a uma boate nova da cidade, como sempre, Keny descolada, conversando com os amigos, e Azumi a acompanhando, apenas sorrindo e observando as pessoas.

Em dado momento, Azumi vai buscar bebidas, enquanto esperava os drinks serem feitos, ele ouviu a conversa de dois homens no balcão...


- Então foi o chefe da Yakusa que abriu este local ?

- É o que dizem, ta vendo aquela área vip ali encima, subindo as escadas? Aqueles homens são da máfia, mas não se preocupe, eles não tem assuntos com pessoas normais como nós...


Os homens continuaram conversando, Azumi pegou as bebidas, e ao voltar até o local que Keny estava não resistiu e olhou para cima, fitando as pessoas na área vip. Naquela parte cheia de seguranças, alguns homens bebiam saque, todos envoltos de um senhor, do lado esquerdo deste senhor havia uma mulher muito bonita, com um vestido vulgar, do lado direito, havia um outro homem. Ao olhá-lo, Azumi teve a impressão de já o ter visto, mas não sabia da onde. Neste momento o homem olha para baixo, e o olhar dele com o de Azumi, se cruzam, o homem sorri de leve, Azumi disfarça e volta para seu grupo de amigos, ainda tentando lembrar quem era o tal homem.


Mas para o fim da noite, dois seguranças disseram que um carro havia batido na moto de Azumi no estacionamento, pediu para acompanhá-los, ele e keny foram até lá, mas nunca chegaram ao estacionamento. Na parte menos movimentada da grande boate, os seguranças puxaram armas, e levaram o casal para uma sala restrita, nesta sala, o homem que Azumi havia trocado olhares, aguardava, ele fez sinal para um segurança, que separou o casal e apontou uma arma para cabeça de Keny, que chorava muito. Azumi fervia de ódio, o homem então disse:


- Se mover um dedo, a garota morre.


Em seguida ele começou a espancar Azumi, na frente de Keny, ela gritava, mas não podia fazer nada. Enquanto levava a surra, e sentia suas costelas sendo quebradas, Azumi se lembrava de quem era o homem. Ele era o líder da gangue de estupradores, que há anos atrás havia agarrado a Keny.


- Por sua culpa, seu maldito, eu tenho uma cicatriz de 15 pontos na cabeça, agora você vai pagar, vou comer esta vadia na sua frente. Realmente foi muita sorte eu ter te reencontrado aqui hoje hahaha


Ele gritava e cuspia na cara de Azumi eu estava no chão sangrando sem parar, mal conseguia respirar. De seus olhos, escorriam lagrimas, tentava a todo custo se levantar, ele tinha que salvar Keny. Mas sempre que começava a se levantar, um segurança pisava em suas costas, derrubando-o no chão.

O homem puxou uma faca, e estava prestes a rasgar o vestido de Keny, quando a porta é aberta, e uma voz penetrou na sala...


- O que esta acontecendo aqui ?


Dizia um senhor, entrando na sala, era o mesmo que estava no centro da mesa, na área vip, algumas horas atrás...


- Che...chefe Kakashi... – O homem dizia gaguejando...

- Não esta acontecendo nada, só estou acertando algumas dividas antigas...

- Eu não te chamei para entrar na minha organização, para que você pudesse continuar com estes atos bárbaros. Chamei você pela sua capacidade de liderança, então pare de se portar como um arruaceiro. Se você tem contas com estes dois, mate-os de forma rápida e limpa, um tiro na cabeça de cada, entendeu ?

- Sim senhor. – o homem disse, e pegou uma arma, apontando para Keny...


Neste instante, Azumi tinha aproveitado a distração, e se levantado, mesmo sangrando, ele pulou na frente de Keny, levando o tiro por ela, e morrendo aos seus braços. Ela gritou e sua voz foi silenciada por outro tiro, direto em seu belo rosto...


Éden:


Keny e Azumi, tinham em primeiro lugar, um ao outro, como coisa mais importante na vida, eles morreram juntos, e foram juntos ao paraíso. Sua chegada ao Éden foi abençoada pelos guardiões que os escolheram para se tornarem Celestiais. Keny foi escolhida para fazer parte dos Liberes, pois tinha todo o jeito e talento referente ao clero. Já Azumi foi escolhido para fazer parte dos Kages, assim como um ancestral seu havia sido. Eles aprenderam juntos os princípios do Éden, e depois se separaram para estudar com seu respectivo Clero, mas sempre se encontravam, e ao assumirem a casta de anjos, voltaram a se juntar, desta vez para trabalhar pelo bem da humanidade.


A relação de Azumi e Keny, não era mais amorosa, não para os padrões humanos normais, o amor deles aumentou ainda mais, sua ligação era muita grande, ambos se tornaram mais que amigos, eram como irmãos, um protegendo o outro, um ajudando o outro, seu amor era inabalável, e seus superiores acreditam que este amor, os tornará cada vez mais fortes, e aptos a luta contra os seres do mal.


Atualmente o casal vive no Éden, mas pretendem voltar para a terra, Keny vai se ocupar da parte social, pesquisando e descobrindo sobre as criaturas malignas que se escondem entre os humanos, e Azumi vai se certificar, de destruir tais criaturas, faz dez anos desde que chegaram no Éden...

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Eunectes Muriños

Hoje vou postar uma cena que eu fiz para um jogo de RPG via Fórum (sim, mais um destes jogos...), a aventura se passa em um futuro pós terceira guerra mundial, com a humanidade se virando como pode, o estilo é completamente CyberPunk, mundo decadente, tecnologia avançada, governo totalitário, zonas de guerra, rebeldes, etc.
O personagem é um jovem que cresceu no meio de guerrilheiros, desde criança ele aprendeu a usar armas e matar pessoas, não teve nenhum tipo de educação, não sabe o que é afeto, nem tem apego pela vida das outras pessoas, cresceu sendo um bastardo sanguinário e psicótico (coisa que acontece hoje em dia, com a maioria das crianças nas zonas de guerra da áfrica); Ele faz parte de um grupo de saqueadores que adoram colocar implantes eletrônicos em seus corpos, tanto que os dois braços e mãos deste personagem, são biomecânicos, contendo garras retraveis (estilo as do predador), entre outros implante, é praticamente um dos vilões da historia...
O nome dele é John, mas ele é conhecido como Eunectes Muriños, pois em seu bando de saqueadores, todos tem nomes de cobras.
A cena se passa na clinica de um cirurgião ilegal, chamado Donner, ele coloca implantes ilegais nas pessoas, o Eunectes havia pego como prisioneira uma prostituta local e vai "se divertir" com ela, a cena é bem forte, escrita do jeito que se escreve em fóruns (usando "hauhau" para mostrar risadas, frases em itálico para mostrar pensamento e negrito para falas), no meio da cena é mostrado "flashbacks", contados pelo personagem em cor diferente do texto.
Segue abaixo a cena de estupro (texto pesado, quem não gosta deste tipo de texto, nem leia):

Serpente Maldita...

Ele entra na sala, e tranca a porta, fica de costas para o armário que continha as ferramentas cirúrgicas, jogou a mulher do outro lado da sala, só ele brincaria com laminas aquela noite...
A puta começou a falar, tentando um acordo, ela ia fazer tudo que Eunectes queria, e pedia para não perder a vida... Isto o irritava, ele não estava ali para fazer acordos, não queria uma mulher tentando controlar a situação, isto não dava prazer, ele a queria chorando e tentando escapar, queria que aquilo fosse excitante e divertido, como sempre tinha sido, com todas as putas anteriores...
"Mulher tediosa..."
- Claro gostosa, vamos brincar um pouco... Se você agüentar o tranco, eu te libero para ir embora...afinal, eu não sou nenhum monstro...
Ele sorri, e pisca para ela, enquanto tirava o cinto da calça...
- Que tal Você abaixar esta calça ?
Ele calmamente se aproxima, quando ela abaixa as calças, e calçinha, ele começa a bater nela com a cinta, nas costas, na bunda, perna, e rosto...
- É melhor gritar vagabunda... É bom que isto seja divertido hahaha

......

"Era noite, tínhamos tomado o vilarejo durante o dia, nos fundos daquele imundo boteco, que cheirava a cadáver, por causa do dono morto esquartejado atrás do balcão, Henry e Jason e os outros, se divertiam, com as prisioneiras, eu ouvia tudo atrás da porta, espionando pelo buraco na fechadura, era excitante, aquelas mulheres, de varias idades, berrando e gritando, e eles rindo, donos da situação, rasgavam as roupas delas, e começavam a se divertir...
Eu não podia participar, com meus 13 anos, eu era homem suficiente para carregar uma HK-47 e ajudar na guerrilha, mas não era homem para participar da festa... Malditos, eu os odiava eles por me excluírem, e me contentava com a incessante masturbação, e com a vontade de um dia, ter aquele poder sobre as mulheres..."


......

- Não me diga que esta cansada ? Esta doendo ? Pensei que uma profissional do sexo como você estava acostumada, a este tipo de carinho...
Ele a encosta na parede, segurando-a pelo pescoço, rasga de vez a blusa dela com as duas laminas retorcidas, que saiam do seu antebraço em forma de garras, enquanto lambia e beijava os seios dela, mordendo forte os mamilos para ouvi-la gritar...
Ele não se importava com berros, socos, e arranhões, aquela puta era dele, e não havia nada que ela fizesse, que a permitiria escapar, Eunectes era especialista em imobilizar vitimas, assim como a serpente, que lhe deu o nome...

......

" - Hey John...venha ate aqui nos fundos...
Henry havia me chamado, eu estava no que restava da sala de estar, da casa que havíamos invadido, matamos um político local, e fizemos a família de prisioneiros, me dirigi até os fundos, na parte dos quartos, imaginado que tarefa chata, eles iam me mandar fazer, provavelmente me livrar do corpo do velho gordo, ou separar itens na dispensa...
- Hey garoto, estou feliz com você, seu furor em fuzilar os guardas, impressionou até mesmo o bastardo do Jack hehehe acredita que ele te chamou de demônio ? Heh... Pessoalmente eu não acredito nestas coisas, mas enfim, ta vendo aquele ultimo quarto ? Aquele com desenhos colados na porta, entre lá, finalmente você é um homem garot.. rapaz... pegue seu premio.
Eu não poderia acreditar no que ouvia, finalmente eu ia poder me divertir, ter um prazer de verdade...Entrei rápido no quarto, me sentia com se estive-se próximo de uma bela presa, ao entrar no lugar, notei vários brinquedos, e desenhos, coisas que eu não entedia, não sabia por que os filhos e filhas de políticos, ganhavam aquelas coisas inúteis.
Nos fundos do quarto, atrás da cama, estava ela, uma garota linda, parecia ser um pouco mais nova que eu, olhos azuis, molhados de lagrimas, cabelos avermelhados, um corpo que já tinha suas pequenas curvas...linda...


.....

- Vem aqui cadela...
Ele passa o cinto envolta do pescoço da mulher em prantos, apertava o cinto e a puxava, fazia ela andar de quatro...
- Ta vendo isto aqui ? *ele mostra o longo cano da sua Colt Anaconda*, chupe... hahaha ta gostando ? *ele puxa a trava da arma para traz, só para ve-la tremer, depois volta a travar a arma* HAHAHA TO BRICANDO COM VOCÊ HAHAHA...
- Abaixa... chupe um membro de verdade, eu sei que você é boa nisto... se morder *ele encosta o cano da arma na cabeça dela* ta morta...

Ele geme enquanto ela o chupa, depois ele a levanta e a vira de costas, colocando de bruços na maca...
- Deixa eu ver este belo traseiro... ta vermelho de tanto apanha hehe... o nerd maldito tinha bom gosto...
Ele a penetra por traz, de forma cruel, a mão esquerda puxa o cinto que estava servindo de colera, junto com o cabelo, com o braço direito, ele risca o corpo dela com as garras, de leve para não penetrar fundo na carne, enquanto estocava violentamente dentro da pobre mulher...

.......

"Ela tentava fugir, mas eu sabia o que fazer, já tinha visto os homens do bando fazendo aquilo varias vezes... Eu a puxei pelos cabelos, a garotinha do papai chorava e berrava, aquilo me fazia babar de tesão, eu a joguei de costas encima da cama, garota mimada, fraquinha... subi encima dela, e comecei a me divertir... ela no começo brigava, mordia e arranhava, mas eu não ligava, e continuei, uma...duas...três vezes... eu estava botando para fora todo aquele tesão acumulado, eu a mordia, a beijava, a arranhava, até que ela nem se mexia mais, apenas choramingava, e implorava por seus pais....
- Seus pais estão mortos...
Eu dizia, adorando aquele poder, os filhos de pessoas ricas ganhavam vários presentes quando crianças, mas eu só ganhei meu primeiro presente, quando "adulto", e que presente... um belo presente...


......

- Berra mais sua puta desgraçada...viciada... já comi biscates melhores que você nos piores puteiros desta região...rebola vagabunda...
Ele falava e socava com tudo na mulher que só sentia dor e agonia, até que ele se cansa daquela posição, a puxa, e a vira de frente, colocando-a sentada na sentada na sua frente, ele não liga para nenhum tapa, e tentativa de fuga....
- Calma estamos quase acabando...*ele tira o cinto do pescoço dela, e prende as mãos dela para traz, usando o mesmo* você disse que eu teria atrás... e na frente...
Ele a segura com a mão esquerda, metendo na frente, enquanto com a mão direita, ele pega no pescoço dela...

......

"A garota não se mexe mais, eu estou satisfeito, até por que não tinha graça, com ela ali parada e... morta... aff... ela tinha morrido muito rápido, magrela fraca, odeio brinquedos que quebram logo.
Eu fiquei mais um tempo ali, cortando e brincando, com o que tinha sobrado do meu premio, aquela tinha sido apenas a primeira, logo fiquei com outras, quando me tornei líder de bando então...nossa...aquela era a melhor época, eu escolhia as melhores...
Eu sei que este não é o único jeito de se divertir, e desestressar, mas com certeza é o melhor jeito, sempre que posso, pego uma putinha, já tive centenas...talvez milhares delas, gritando satisfeitas, por me fazer feliz..."


......

- VAI...VAI... ISTO...ISTOOOOO...
Ele berrava, apertando a garganta dela cada vez mais, ela já não conseguia respirar, seus olhos estavam esbugalhados, e vermelhos, sua boca e seu rosto estavam paralisados, em um ultimo momento de terror... o pescoço dela havia quebrado, e ela tivera uma morte terrível...
- ISTOOO, GOSTOSAAA... BERRA...AHHHH...
Eunectes berra, em uma explosão de prazer, não percebe que a garota não se move mais, olha para o rosto retorcido dela, e a beija, enfiando sua língua, na boca gélida da vitima, e lambendo seu rosto, manchado de sangue...
- Até que você foi ótima querida, pode ir agora...
Ele se afasta, tira o cinto dos pulsos dela, e se veste, o cadáver escorrega da maca e cai no chão, em um baque surdo...
- Ué...pensei que estava louca para ir embora...hehe confessa, gostou de fuder comigo heim ? Hey...responde...to falando com você...RESPONDE VAGABUNDA *ELE CHUTA O CORPO NO CHÃO*.
Ao ver que ela não se movia, ele segura o pulso de sua vitima, e levanta o braço dela, balançando...
- Droga... a biscate quebrou...
Disse levantando-a, e colocando na maca, olha para o corpo alguns minutos, ter o corpo em suas mãos, ainda lhe dava a sensação de poder, mesmo ela estando morta, ele repassa os momentos divertidos que tivera, na sua memória, e pega as mãos calejadas da vagabunda.
- Este porquinho foi ao mercado...HAHAHA
Eunectes corta um dedo dela, com sua garra, e ri, depois continua cortando os outros, não era a primeira vez, que brincava com os seus brinquedos, mesmo depois de quebrados...
- Este porquinho foi passear...
Após algum tempo cortando, e brincando com o corpo, ele se cansa, pega alguns panos para se limpar, e tirar o sangue de suas garras, pega sua mochila, e finalmente sai da sala, com um belo sorriso estampado no rosto...
- Hey Donner, tem um saco plástico ? Acho que eu me empolgue com a biscate hahaha, droga... eu sempre faço isto... hahaha

Big Apple...

Hoje eu vou postar, um conto que fiz para apresentar um vilão da minha crônica de RPG, para quem não sabe RPG é um jogo, no caso a aventura é jogada em um Fórum, que é uma alternativa para que não tenha tempo para jogar RPG de mesa .
Enfim, o personagem era membro de uma ordem hermética, ordem secreta para as pessoas normais, na ordem se aprende o uso de magia ancestral e culturas místicas, etc.
Ele após muito tempo na ordem, se tornou de um alto ciclo de iniciados, e ficou bem poderoso, foi nesta época que ele traiu seus amigos, literalmente vendeu a sua alma para adquirir mais poder, traiu a ordem e fugiu (bem clichê, mas blz...).
O conto começa com este poderoso e maligno mago moderno, que tem pactos com terríveis entidades, voltando para sua cidade natal, a grande New York, também conhecida como Big Apple (grande maça), abaixo segue a imagem do personagem, e o conto:


Todas as Grandes Verdades começam como blasfêmia...

Todas as maças correm o risco de apodrecer por dentro, e a Grande Maça (nome no qual New York é conhecida) não era diferente, nas ruas escuras da cidade a noite, era possível ver todo tipo de podridão e sujeira, diversos vermes corroíam a cidade por dentro, causando violência e caos, corrompendo a tudo e a todos. Naquela noite em especial, um grande verme, maior do que todos os outros, retornava a cidade que já havia sido seu lar, o homem desce do navio e caminha, pelas ruas imundas da zona portuária, suas roupas eram de grife, e seu casaco caia tão bem, que parecia ter sido feito sob encomenda. Ele caminha ignorando os bêbados do bar próximo, os homens mal encarados que olhavam em sua direção, ele apenas caminhava segurando uma mala olhando para frente, como se nada não pudesse atingi-lo, e ele estava certo, nada de mal poderia atingi-lo, pois o próprio mal o guardava.

Willian, nome no qual aquele homem alto de cavanhaque bem aparado era chamado, andava pelos becos escuros e fétidos que constituíam a parte podre da cidade, local que não condizia com suas vestes, mas sim com sua alma. Uma leve brisa balança seus longos cabelos, causando um rápido momento de frescor naquela noite abafada e terrivelmente quente, mas ele parecia não se importar com o calor, andava de forma despreocupada, virando a esquerda em um beco, a única luz de um poste, pisca e se apaga, assim que o homem passa, ao longe seu destino, um enorme prédio comercial.

Ele continua andando até que um vulto sai das sombras, indo na sua direção, um homem barbudo com olhar arregalado portando um canivete, um mero viciado sedento por uma vitima que lhe possa trazer sustento para seu degradante vicio. Willian apenas o olha, seus olhos de brilho avermelhado vislumbram a alma corrompida do viciado, e ele sorri, decide mandar logo a alma daquele sujeito, para o local que a mesma pertence, o inferno...

O viciado cai no chão morto, a poucos passos de Willian, que apenas tinha olhado para o sujeito e depois continuou a andar, sem nenhum tipo de preocupação, muito menos remorso pelo que tinha feito, matar um homem com um olhar não era nada comparado ao imenso poder que ele havia conseguido a alguns anos, através de corrupção e traição a ordem que fazia parte, ordem que seguia os princípios de Hermes, mas que a cada ano que passava, produzia mais filhos bastardos e corruptos, filhos como Willian Wasterfield.

Ao chegar à frente do prédio, ele passa pela escura entrada do estacionamento, lá um casal de jovens se entregava aos prazeres carnais sem se importar com quem pudesse ver, ele apenas observa, em um relance ele enxerga o futuro e o passado dos jovens, um misto de prazer, sexo, drogas, vicio, doenças venéreas e morte. Willian sorri, o mundo estava cada vez mais parecido com o lugar que agora ele morava, breve a maça seria corrompida por inteira.

Ele entra no prédio, a porta aberta como se o próprio prédio o estivesse aguardando, ele sobe as escadas, diversos lances de escadas que pareciam se dobrar a sua vontade, em alguns segundos, ele subiu o que uma pessoa normal levaria minutos para subir. No ultimo andar ele encosta-se ao parapeito e olha para a cidade iluminada, para uma pessoa normal, a visão era de uma espécie de Via Láctea de luzes de postes e carros que iluminavam toda a cidade até os navios saindo dos portos, mas Willian não a enxergava assim, pessoas como ele podiam ver a verdade, ele olhava e via fumaça vermelha saindo do chão indo de encontro ao céu, que por sua vez estava fechado com nuvens em forma de uma boca retorcida prestes a engolir tudo e a todos...

Na sua mala de couro, posta no chão, umas espécie de boca se abriu como se a mala fosse uma criatura viva, de dentro desta boca pútrida com cheiro de enxofre saia uma criatura vil, a mesma tinha forma de um enorme rato mais com braços e garras de um babuíno, a cabeça era umas espécie de crânio humano em miniatura, com grandes e pontudos dentes amarelados e uma língua gosmenta de tonalidades esverdeadas. A repugnante criatura subiu pelas pernas do homem, passando pelas suas costas e se colocando em seu ombro, ela soltou um chiado estridente, e uma risada infantil, e disse:

- Estáa quasssee na hosraa messstre...

O homem sorri, um sorriso maldoso, ele passa sua mão na cabeça da pequena criatura, a mesma lambe com sua pegajosa língua, os longos dedos de unhas negras do seu mestre...

- Você esta certo Mefistófeles, chegamos no momento certo...

Willian Wasterfield manteve-se ali, olhando a maça que pretendia terminar de apodrecer, muitos o procuravam, mas ele estava ali, debaixo dos olhos de todos, esperando que os despertos, assim como Eva, comecem a maça e colocassem na boca toda a sua podridão e pecado.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

1,2,3...Testando...

Aow finalmente tomei vergonha na cara e fiz um blog, pretendo postar aqui textos mais longos e sérios do que os que eu posto normalmente no meu flog, ou não...
O titulo do blog é bem o que eu quero passar, vou postar aqui o que der na telha, seja uma critica ao atual sistema monetário, seja um conto de terror ou alguma porcaria melodramática, o que vier em mente eu escrevo e o que eu escrevo eu posto. ^^

Pra começar vou postar um projeto de conto, que eu fiz um tempo atrás, ele tem vários erros, como frases longas demais e tal, mas to pouco ligando para isto, até por que não gosto de mexer em textos que eu já escrevi (ao contrario de escritores como o J.R.Tolkien hehehe).

Segue o mesmo abaixo:

Boate Red Label

A linda jovem coloca seu pesado casaco, cobrindo seu corpo escultural, desce as escadas de seu prédio, e entra no táxi...


- Como sempre, para a Red Label.


Ela diz se referindo a boate underground mais famosa da cidade, o motorista olha a mulher de pernas cruzadas no banco de trás e sorri de forma safada, acelerando o carro.

O táxi para em frente a dois grandes portões de ferro negro, ela sai do carro, acende um LuckyStrike e adentra no local descendo a imensa escadaria de cor vinho, o corredor era pouco iluminado, diversos casais se amassavam encostados nas paredes laterais da escada, logo no começo da noite, sinal que lá dentro deveria estar fervendo. A jovem ouve os som das rápidas batidas eletrônicas de psy trance, aquela era a noite do DJ Winter Demon o rei do Full on Night, ela finalmente chega a entrada subterrânea, verdadeira entrada da boate, deixando seu casaco no chapeleiro, ela adentra naquele inferno pulsante de corpos suados dançando loucamente, seu corpo sexy e torneado estava prestes a derreter na pista de dança... mas antes... uma breve parada no bar...

- “E-Bull” por favor...


Ela pede no ouvido do barman, piscando para o mesmo, ele pisca de volta, e entrega para ela uma lata de enérgetico, e um comprimido, que no segundo seguinte já esta na boca da bela mulher, em seguida ela vai dançar, seu corpo se movimenta de forma sensual, junto de outras tantas pessoas, aos poucos sua libido e sentidos são ampliados devido ao comprimido ingerido, ela agarra e é agarrada, por homens e mulheres, bocas, mãos, braços se esfregam de forma quente e pulsante no embalo das batidas vibrantes que ecoavam no salão...No alto era possível ver gaiolas penduradas, com go go boys, e dançarinas, se mexendo de forma sensual, quase que obscena, aumentando ainda mais o clima caliente do lugar.

Aproveitando ao maximo sua noite, ela fita um belo jovem que não se contenta em dividi-la com outros na pista de dança, e a leva para um canto, gemidos eram abafados e línguas se entrelaçavam, o tesão fluía no corpo dela, ampliado pelas substancias ilícitas...

- Quer ir para a área vip ?
– ele disse, suspirando no ouvido dela, que sorri e o acompanha, poucos tinham acesso a área vip, eles passam por um corredor protegido por seguranças, e caminham abraçados para parte menos badalada da boate...

- Nossa esta é a melhor noite da minha vida...
- ela diz com uma voz sexy, claramente excitada.

- Sim querida, esta é sua ultima noite...
– ele sorri, abrindo a porta da área vip, esperando ela entrar, e fechando-a em seguida.

Terríveis gritos são abafados pela porta e musica alta, a balada continua, não para a bela jovem...


By Samedi